A quarta-feira (26) começa com a notícia de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial do País, subiu 0,57% em abril, mantendo a tendência de desaceleração, após ter alcançado 0,76% em fevereiro e 0,69% em março, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado ficou abaixo da estimativa dos analistas do mercado financeiro, uma vez que o consenso Refinitiv apontava para inflação de 0,61%. Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 4,16%, abaixo dos 5,36% observados nos 12 meses até março. Nessa leitura, o consenso dos analistas estava em 4,20%.

O índice ficou em linha com a previsão do Itaú, que esperava uma alta mensal de 0,58%, levando o índice anual a 4,2%. Desta forma, a inflação se aproxima do piso que o banco previu para o mês de junho – segundo o Itaú, de julho em diante, a expectativa é de que a inflação volte a oscilar acima de 5%. “A leitura vai ser pressionada por preços regulados, especialmente da gasolina e produtos farmacêuticos. Em relação ao núcleo da inflação, serviços, como aluguel e alimentação fora de casa, devem acelerar na margem”, escreveu Mário Mesquita, economista-chefe do banco.

No Tesouro Direto, os prefixados apresentavam estabilidade na primeira atualização dia, às 9h23. O Tesouro Prefixado 2033 oferecia retorno de 12,40% ao ano, igual valor ao desta terça-feira (25). Os juros do Tesouro Prefixado 2026, que detém o piso desses ativos, eram de 11,71%, em linha com os da véspera, de 11,70%.

Já os títulos atrelados à inflação apesentavam queda no horário. O Tesouro IPCA+ 2045 oferecia retorno de 6,08% ao ano, ligeiramente menor do que os 6,09% da sessão anterior. A taxa do Tesouro IPCA+ 2032 era de 5,85%, inferior à de 5,89% da véspera.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos disponíveis para a compra no Tesouro Direto na manhã desta quarta-feira (26):

 

Fonte: Tesouro Direto

 

IPCA

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial do País, subiu 0,57% em abril, mantendo a tendência de desaceleração após ter alcançado 0,76% em fevereiro e 0,69% em março, informou nesta quarta-feira (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado ficou abaixo da estimativa dos analistas do mercado financeiro, uma vez que o consenso Refinitiv apontava para inflação de 0,61%. Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 4,16%, abaixo dos 5,36% observados nos 12 meses até março. Nessa leitura, o consenso dos analistas estava em 4,20%.

Laíz Carvalho, economista para Brasil do BNP Paribas, ressaltou a queda mais pronunciada dos alimentos, apontada pelo IPCA-15 de abril, divulgado nesta quarta (26). Ela crê que o preço dos alimentos deve continuar caindo ao longo do ano.  “A desaceleração (da inflação) está acontecendo de forma bastante lenta e os serviços subjacentes continuam com inflação persistente”, avalia a economista.

Marca histórica

O investimento em títulos públicos atingiu a marca histórica de R$ 7 bilhões em março. As aplicações de até R$ 1 mil representaram 53,5% das operações de investimento no mês; valor médio por operação foi de R$ 9.782,67.

Hipotecas nos EUA

Os pedidos de hipotecas nos Estados Unidos cresceram 3,7% na semana encerrada em 21 de abril de 2023, recuperando-se de uma queda de 8,8% na semana anterior, segundo dados da Mortgage Bankers Association (MBA) divulgados nesta quarta-feira. A taxa de juros média dos contratos de hipotecas de 30 anos subiram de 6,43% para 6,55% em uma semana. Os pedidos de compras subiram 4,6% e os de refinanciamento do crédito à habitação avançaram 1,7%.

Segundo Joel Kan, vice-economista-chefe do MBA, embora os dados apontem para uma desaceleração na economia dos EUA, os mercados continuam esperando que o Fed aumente as taxas de curto prazo em sua próxima reunião

 “Enxerto” de temas tributários

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça, o relatório do líder do governo na casa legislativa, o deputado José Guimarães (PT-CE), para a Medida Provisória (MPV) n° 1.147/2022. A proposição segue para análise do Senado Federal.

O texto votado pelos parlamentares zera as alíquotas do PIS e da Cofins sobre as receitas obtidas pelas empresas de transporte aéreo regular de passageiros de 1º de janeiro de 2023 a 31 de dezembro de 2026 e altera o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

O Perse (Lei 14.148/21) prevê ações emergenciais e temporárias destinadas ao setor de eventos para compensar os efeitos decorrentes das medidas de combate à pandemia da Covid-19.

A iniciativa vai de encontro ao esforço do Ministério da Fazenda, sob o comando de Fernando Haddad (PT), para reduzir subsídios tributários de modo a recompor a base arrecadatória do Estado.

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