Resumo dos mercados
Super Quarta: mercado está de olho hoje nas decisões de Fed e Copom sobre juros. Após pedido do relator, Lira adia votação do PL das Fake News.Mercado repercute hoje balanços de Carrefour (CRFB3), Iguatemi (IGTI11), RD (RADL3), Isa Cteep (TRPL4), entre outros.
Últimas de bolsa, dólar e juros
Taxação de investimentos no exterior: 8 respostas para entender o que vai mudar
Algumas das principais alterações para os investidores pessoa física envolvem a unificação de alíquotas e novos valores cobrados.
Desemprego na zona do euro tem leve recuo, para 6,5% em março, abaixo do esperado
Segundo a estimativa do Eurostat, 12,960 milhões de pessoas na UE, das quais 11,010 milhões na zona euro, estavam desempregadas.
Iguatemi (IGTI11) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 48,8 mi no primeiro trimestre
Já o lucro líquido ajustado da operadora de shoppings atingiu R$ 66,5 milhões no 1T23, 72,7% acima do 1T22.
Carrefour Brasil (CRFB3) reverte lucro e tem prejuízo ajustado de R$ 375 mi no primeiro trimestre, com alta de custos
A receita líquida somou R$ 24,385 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 29,4% na comparação com igual etapa de 2022, enquanto as vendas brutas atingiram R$ 27,1 bilhões, 30,7% acima.
RD (RADL3), antiga Raia Drogasil, lucra R$ 206,6 milhões no 1º trimestre, alta de 34,5%
Receita bruta somou R$ 8,479 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 21,6% na comparação com igual etapa de 2022.
ISA Cteep (TRPL4) registra lucro líquido de R$ 306 milhões no primeiro trimestre, alta anual de 172%
A receita líquida teve avanço de 24,6% na comparação anual, indo para R$ 891,6 milhões no 1T23.
Intelbras (INTB3) lucra 34% a mais no 1º trimestre, para R$ 132,1 milhões
Receita líquida somou R$ 1,036 bilhão no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 19,7% na comparação com igual etapa de 2022.
Vulcabras (VULC3) lucra R$ 83,6 mi no 1º tri, alta anual de 54,8%; empresa pagará dividendos intermediários
A margem Ebitda ajustada atingiu 20,5% entre janeiro e março deste ano, alta de 3 pontos percentuais (p.p.) frente a margem registrada em 1T22.
Ford supera expectativas de lucro e tem aumento de receita no 1º tri, mas registra perdas com elétricos
A receita com as vendas automotivas ficou em US$ 39,09 bilhões, contra US$ 36,08 bilhões esperados pela Refinitiv.
Arezzo (ARZZ3) tem lucro recorrente de R$ 73,1 mi no 1º tri de 2023, alta anual de 27%; empresa aprova recompra de ações
O Ebitda recorrente totalizou R$ 164,3 milhões no 1T23, um crescimento de 22,8% em relação ao 1T22.
Vulcabras (VULC3) lucra R$ 83,6 mi no 1º tri, alta anual de 54,8%; empresa pagará dividendos intermediários
A receita líquida somou R$ 571,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 19,6% na comparação com igual etapa de 2022.
Copasa (CSMG3) vê lucro dobrar no primeiro trimestre, a R$ 337,7 milhões
A receita líquida somou R$ 1,574 bilhão no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 24,1% na comparação com igual etapa de 2022.
Marcopolo (POMO4) lucra R$ 236,3 milhões no primeiro trimestre, alta anual de 141%
A receita líquida somou R$ 1,654 bilhão no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 72,5% na comparação com igual etapa de 2022.
Após pedido do relator, Lira adia votação do PL das Fake News
Decisão acompanha posição da maioria dos líderes partidários; relator Orlando Silva pede mais tempo para analisar sugestões de parlamentares.
Lula tentará ajuda financeira dos Brics à Argentina
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (2), que o governo brasileiro vai articular junto ao Brics, bloco econômico integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para socorrer a Argentina, em grave crise econômica. O anúncio foi feito ao lado do presidente argentino Alberto Fernández. Os dois se reuniram por quase quatro horas no Palácio da Alvorada. Lula afirmou que é preciso fazer com que o FMI “tire a faca do pescoço da Argentina”. A articulação será coordenada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que participou da reunião na Alvorada. Maiores parceiros comerciais do Brasil na América do Sul, os argentinos enfrentam uma nova crise na economia, com desvalorização do peso – a moeda local – perda do poder de compra e altos índices inflacionários. Em março, a inflação no país vizinho chegou a 104% ao ano.
Copom deve manter Selic em 13,75% em primeira reunião após marco fiscal
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidirá nesta quarta-feira (3) sobre a taxa básica de juros, a Selic, na primeira reunião do comitê depois que o governo apresentou sua proposta para um novo teto de gastos, no fim de março. Como a manutenção da taxa em 13,75% é praticamente certa, segundo analistas, toda a atenção será dada a eventuais (mesmo que sutis) mudanças na comunicação que possam antecipar as decisões futuras, em junho, agosto e setembro. Por enquanto, afirmam economistas, o balanço de riscos observado pelos diretores do BC praticamente permanece o mesmo desde o início do ano. Na reunião de março, o Copom listou entre os riscos de alta para a inflação três fatores: uma maior persistência das pressões inflacionárias globais, a incerteza sobre o arcabouço fiscal – e seus impactos sobre as expectativas para a trajetória da dívida pública – e uma desancoragem maior, ou mais duradoura, das expectativas de inflação para prazos mais longos.
Agenda de hoje tem como destaque decisões de juros no Brasil e nos EUA
A agenda desta quarta-feira traz a decisão sobre juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC brasileiro, às 18h30, e do Federal Reserve (Fed), nos EUA, às 15h. Às 9h, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, tem reunião com Aloizio Mercadante, Presidente do BNDES. Às 14h30 saem dados do Fluxo Cambial. Nos EUA, Às 9h15 saem dados de Emprego privado de abril – ADP. Às 10h45, sai o PMI de serviços de abril. Às 11h será divulgado o ISM de serviços de abril. Às 15h30, Jerome Powell, presidente do Fed, discursa.
Barris de petróleo caem 2% com temores sobre novos aumentos de juros
Os preços do petróleo operam com forte queda na sessão de hoje, depois de caírem cerca de 5% para uma mínima de cinco semanas na sessão anterior, com os investidores se preparando para mais aumentos de juros nos EUA que podem prejudicar a demanda pela commodity.
Petróleo WTI, -2,23%, a US$ 70,06 o barrilPetróleo Brent, -2,08%, a US$ 73,75 o barril
Bolsas da Europa sobem com dados de desemprego
Os mercados europeus operam com alta, à medida que investidores se posicionam para decisão sobre juros do Banco Central dos EUA e digerem a taxa de desemprego da zona do euro. A taxa de desemprego com ajuste sazonal na zona do euro caiu ligeiramente para 6,5% em março de 2023, ficando ligeiramente abaixo das expectativas do mercado de 6,6%.
FTSE 100 (Reino Unido), +0,22%DAX (Alemanha), +0,56%CAC 40 (França), +0,67%FTSE MIB (Itália), +1,02% STOXX 600, +0,40%
EUA: antes de decisão do Fed, índices futuros avançam
Os índices futuros dos EUA sobem nesta manhã, apagando parte das perdas da véspera, com investidores se preparando para decisão sobre de juros do Fed. A maioria dos economistas consultados pela Reuters disse esperar que o BC americano suba os juros em 25 pontos-base, com o restante prevendo uma pausa. Na véspera, a Ford superou as expectativas dos analistas em seu último trimestre, assim como a cafeteria Starbucks. No entanto, ambas as ações caíram no after market.
Dow Jones Futuro (EUA), +0,06%S&P 500 Futuro (EUA), +0,09%Nasdaq Futuro (EUA), +0,13%
Mercados da Ásia recuam até 1%
Os mercados asiáticos fecharam com baixa, com os investidores da região também aguardando a decisão política do Federal Reserve dos EUA durante a noite. O índice Hang Seng, de Hong Kong, liderou as perdas na região e caiu 1,34%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,91%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,96% para encerrar o dia em 7.197 pontos. Os mercados no Japão e na China continental estão fechados para um feriado na quarta-feira. As vendas preliminares no varejo da Austrália subiram 0,4% mês a mês em março, ficando acima do aumento de 0,2% em fevereiro, mostraram dados do governo na quarta-feira.
Shanghai SE (China), fechado por feriadoNikkei (Japão), fechado por feriadoHang Seng Index (Hong Kong), -1,18%Kospi (Coreia do Sul), -0,91% ASX 200 (Austrália), -0,96%
Abertura de mercados
DIs: juros futuros fecharam terça-feira sem amplitude e com a maioria dos vencimentos em queda
Dólar fechou a sessão de ontem com alta de 1,19%
O dólar se valorizou diante do real e volta aos R$ 5. A alta seguiu em movimento contrário da moeda norte-americana pelo mundo: o índice DXY ficou com menos 0,25%. “Essa semana está se preparando para ser, talvez, a mais decisiva do ano”, disse à Reuters Eduardo Moutinho, analista de mercado da Ebury. “Além da reunião do Fed na quarta-feira, seguida pela reunião do BCE na quinta, teremos uma enxurrada de dados críticos, incluindo o relatório mensal do mercado de trabalho nos Estados Unidos”.
Venda: R$ 5,047Compra: R$ 5,046Mínima: R$ 4,993Máxima: R$ 5,054
Maiores altas, baixas e ações mais negociadas de ontem
Mais negociadas
Maiores altas
Maiores quedas
Ibovespa fechou ontem com queda de 2,40%, aos 101.926,95 pontos
Ibovespa operou com amplas perdas ao longo da sessão
Fonte: Clear Trader
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (1º): feriado Dia do TrabalhadorTerça-feira (2): -2,40%Semana: -2,40%Maio: -2,40%2T23: +0,04%2023: -7,12%
No ano, perdas da Bolsa se ampliaram
Fonte: Clear Trader
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