Hypera (HYPE3) tem baixa de 2,9% no lucro no primeiro trimestre, para R$ 339,4 milhões
A receita líquida somou R$ 1,698 bilhão no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 13,7% na comparação com igual etapa de 2022.
JSL (JSLG3): lucro recua 19% no 1T23, a R$ 26,8 milhões
Empresa de logística apresentou crescimento operacional, mas ampliou investimentos no período.
CEO da Alpargatas (ALPA4) renuncia ao cargo
Roberto Funari ocupava a presidência do grupo há quatro anos; conselheiro Luiz Fernando Ziegler de Saint Edmond assume a função interinamente.
Cielo (CIEL3) lucra R$ 441 milhões no 1º tri de 2023, alta anual de 139%; empresa pagará R$ 196,2 mi em JCP
Desempenho foi impulsionado pela sólida melhora nos fundamentos operacionais de Cielo Brasil e Cateno, e pela conclusão da agenda de desinvestimentos.
Novo Conselho de Administração da Petrobras (PETR4) é eleito com 3 membros considerados inelegíveis
Ao todo foram aprovadas seis indicações do governo: Bruno Moretti, Pietro Mendes, Jean Paul Prates, Efrain Cruz, Sergio Rezende, Vitor Saback.
Suzano (SUZB3) lucra 49% menos no 1º tri, para R$ 5,24 bilhões; eleva projeção de investimentos em nova fábrica
A receita líquida, por sua vez, foi de R$ 11,276 bilhões, com avanço anual de 16%.
AGO da Petrobras (PETR4) aprova dividendos sem reserva de R$ 6,5 bi; total pago sobre 2022 é de R$ 17,06 por ação
Valor total valor inclui os pagamentos realizados ao longo de 2022 e o dividendo complementar a ser pago a partir do dia 19 de maio de 2023.
Multiplan (MULT3) lucra R$ 207,2 milhões no 1º trimestre, alta de 20,8% na base anual
A empresa explica que o resultado foi “impulsionado principalmente pelo crescimento de 12,3% da receita líquida e pela redução de 10,5% na linha de depreciações e amortizações”.
Lula assinará MP do salário mínimo de R$ 1.320 até 1º de maio
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar nos próximos dias a Medida Provisória (MP) para instituir o salário mínimo de R$ 1.320 este ano. A informação foi dada na noite da última quinta-feira (27) pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que participou de uma reunião do presidente com representantes das centrais sindicais, no Palácio da Alvorada. A MP tem efeito imediato, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias. Marinho também anunciou que o governo vai enviar um projeto de lei para retomar a política de valorização real do salário mínimo, que vigorou ao longo dos governos petistas. Ela vai assegurar a recomposição da inflação, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais o percentual de crescimento do PIB de dois anos anteriores. Ou seja, em 2024, se estiver em vigor, o reajuste será o INPC de 2023 mais o percentual de crescimento do PIB de 2022.
Agenda hoje tem Caged, IBC-Br, confiança de serviços e PCE nos EUA
A semana termina com a divulgação às 9h30 nos EUA do índice de preços de gastos de consumo pessoal (PCE), referente ao mês de março. O PCE é considerado termômetro favorito do Fed para medir o avanço de preços no país. O consenso Refinitiv prevê variação mensal de 0,3% para o núcleo do índice e de 4,5% na comparação anual, sem muitas mudanças em relação à leitura do mês anterior. No Brasil, o IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, também referente a fevereiro, também será divulgado hoje, às 9h – o consenso Refinitiv projeta alta mensal de 0,3% e de 4,5% na base anual. A confiança de serviços de abril sai às 8h. E o resultado primário de março, às 8h30. Dados de Preços ao produtor de março saem às 9h, assim como a taxa de desemprego de março; consenso Refinitiv prevê taxa de desemprego em 9%.
Barris de petróleo e minério de ferro recuam quase 1%
Os preços do petróleo operam com baixa, com dados econômicos fracos dos EUA, maior consumidor de petróleo do mundo, e a incerteza sobre novos aumentos de juros aumentando as preocupações sobre a demanda futura pela commodity. O crescimento econômico dos EUA desacelerou mais do que o esperado no primeiro trimestre, embora os pedidos de auxílio-desemprego tenham caído na semana encerrada em 22 de abril. As cotações do minério de ferro na China caíram na sessão de hoje.
Petróleo WTI, -0,96%, a US$ 74,04 o barrilPetróleo Brent, -0,83%, a US$ 77,72 o barrilMinério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve baixa de 0,97%, a 714 iuanes, o equivalente a US$ 103,15
Bolsas Europa caem em meio a balanços e PIB da zona do euro
Os mercados europeus recuam com investidores digerindo resultados corporativos e os números do PIB da zona do euro. A economia da zona do euro cresceu 0,1% no primeiro trimestre, ficando abaixo das expectativas do consenso Refinitiv, que previa crescimento de 0,2%. Os números serão observados atentamente pelo investidores antes da reunião de 4 de maio do Banco Central Europeu, que busca combater a inflação alta na região. Alguns membros do BCE acreditam que precisam ir mais longe nos aumentos das taxas de juros, já que avaliam uma alta de 25 pontos-base ou mesmo 50 pontos-base na próxima semana. No campo corporativo, as ações do banco britânico NatWest recuaram 6,2% no início do pregão, depois que os resultados mostraram um aumento anual de 37,2% na receita para £ 1,036 bilhão (US$ 1,29 bilhão), enquanto sua margem líquida de juros aumentou 7 pontos básicos em relação ao trimestre anterior, para 3,27%.
FTSE 100 (Reino Unido), -0,48%DAX (Alemanha), -0,45%CAC 40 (França), -0,92%FTSE MIB (Itália), -1,40% STOXX 600, -0,43%
Bolsas da Ásia avançam após Japão manter taxa de juros
Os mercados asiáticos fecharam com alta generalizada, após o Banco do Japão manter sua política monetária ultrafouxa na primeira reunião de política monetária presidida pelo novo governador Kazuo Ueda. A decisão veio em linha com as expectativas dos economistas de não haver mudanças na taxa básica de juros, mantida em -0,1% desde que o banco central reduziu as taxas abaixo de zero em 2016. Já a taxa de desemprego do Japão subiu para 2,8% em março, de 2,6% em fevereiro, mostraram dados do governo. O resultado foi superior às previsões da Reuters de 2,5% e marca a leitura mais alta desde janeiro de 2022.
Shanghai SE (China), +1,14%Nikkei (Japão), +1,40%Hang Seng Index (Hong Kong), +0,27%Kospi (Coreia do Sul), +0,23% ASX 200 (Austrália), +0,23%
Bolsas dos EUA recuam após alta forte de ontem
Os índices futuros dos EUA operam em queda após resultados da Amazon e antes de dados do PCE. A temporada de resultados até agora foi melhor do que o esperado. Das 261 empresas do S&P 500 que divulgaram resultados, cerca de 80% relataram surpresas positivas, de acordo com dados da FactSet. Ainda assim, alguns traders expressaram ceticismo de que esta temporada de resultados seja forte. A leitura final dos dados de sentimento do consumidor de abril também deve ser divulgada na sexta-feira às 11h (horário de Brasília). Espera-se que mostre uma leitura de 63,5, que é a mesma da leitura anterior.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
Dow Jones Futuro (EUA), -0,50%S&P 500 Futuro (EUA), -0,46%Nasdaq Futuro (EUA), -0,32%
Abertura de mercados
Os índices futuros dos EUA operam com baixa nesta sexta-feira (28), com investidores digerindo resultados da Amazon e da Intel. As ações da Amazon caíram cerca de 2% no after market, depois de subir inicialmente após os resultados do primeiro trimestre. Já as ações da Intel subiram mais de 4% depois que a empresa de semicondutores superou as estimativas de lucro e receita. Na frente de dados, agentes do mercado aguardam pela divulgação do índice de preços de gastos de consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), referente ao mês de março. O PCE é considerado termômetro favorito do Federal Reserve para medir o avanço de preços no país. O consenso Refinitiv prevê variação mensal de 0,3% para o núcleo do índice e de 4,5% na comparação anual. Enquanto isso, os mercados asiáticos fecharam com alta, depois que o Banco do Japão manteve sua política monetária inalterada na primeira reunião de política monetária presidida pelo novo governador Kazuo Ueda. No Brasil, saem os dados do IBC-Br, índice de atividade econômica do Banco Central, referente a fevereiro, às 9h – o consenso Refinitiv projeta alta mensal de 0,3% e de 4,5% na base anual. Além do IBC-Br, investidores aguardam a taxa de desemprego de março, com consenso Refinitiv prevendo taxa de desemprego em 9%.
DIs: juros futuros repetiram fechamento de anteontem e encerraram ontem com alta no início da curva e queda nos vencimentos mais longos
Dólar fechou ontem com forte queda de 1,52%, abaixo dos R$ 5
O dólar se desvalorizou novamente diante do real, agora com amplitude, rompendo novamente o patamar dos R$ 5. A moeda norte-americana terminou com leve alta no mundo: o índice DXY ficou com mais 0,04%. O câmbio foi impactado por dados mais fracos da economia norte-americana, justamente o que deseja o Fed, de modo que abre espaço para discussão de um movimento mais brando dos juros semana que vem.
Venda: R$ 4,980Compra: R$ 4,980Mínima: R$ 4,971Máxima: R$ 5,048
Maiores altas, baixas e ações mais negociadas de ontem
Mais negociadas
Maiores altas
Maiores quedas
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,60%, aos 102.923,31 pontos
Sessão foi positiva para Bolsa nesta quinta-feira
Fonte: Clear Trader
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (24): -0,40%Terça-feira (25): -0,70%Quarta-feira (26): -0,88%Quinta-feira (27): +0,60%Semana: -1,38%Abril: +1,02%2T23: +1,02%2023: -6,21%
Ibovespa segue no positivo em abril
Fonte: Clear Trader
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