Ibovespa hoje
Tensões comerciais entre EUA e China reacendem cautela, com Powell e Galípolo no radar.Boletim Focus: analistas cortam projeções para inflação em 2025.
Confira as últimas dos mercados
Haddad: tem aspectos da reforma administrativa que aumentam gastos; tenho alertado o Congresso
Comissário de comércio da UE vai se reunir com representante dos EUA em Paris, diz porta-voz da UE
O comissário de Comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, vai se reunir com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em Paris na quarta-feira, disse um porta-voz da UE. O encontro ocorrerá às margens da Reunião do Conselho Ministerial da OCDE na capital francesa, acrescentou o porta-voz nesta segunda-feira.
Haddad: temos oportunidade de voltar a fazer reformas necessárias para o país continuar crescendo
Haddad: não vai ser discutido queda do IOF
Haddad: acredito que essa semana a gente possa resolver e melhorar a regulação do IOF combinado com as questões estruturais
Haddad: eu prefiro mudanças estruturais do que medidas paliativas; o Congresso está dizendo que também prefere
Haddad: não vou abrir mão das metas que a Fazenda estabeleceu em comum acordo com o Legislativo e o Executivo
Haddad: presidentes da República, da Câmara e do Senado concluíram que vale a pena se debruçar nesta semana, antes de viagem de Lula sobre propostas de mudanças estruturais
Haddad: queremos retornar à tônica do primeiro ano e meio de governo em que corrigimos distorções
Haddad: propostas de Motta e Alcolumbre de mudanças estruturais têm sintonia muito grande com a Fazenda
Segundo o ministro, além das mudanças propostas em 2025, ele quer realizar alterações para os próximos anos.
Focus: projeção para o câmbio cai para 2028
Focus: projeção para o PIB cai para 2025, mas sobe para 2026
Focus: projeção para a Selic continua em 14,75% para este ano
Focus: projeção para o IPCA cai para 2025 e sobe para 2028
Big techs voltam a comandar o S&P 500 após temporada de balanços positiva
Balanços mostraram que demanda por computação em nuvem, softwares e publicidade digital permanece intacta.
Dólar fraco reforça papel como financiador de operações de “carry trade”
O enfraquecimento do dólar desde o início da Presidência de Donald Trump tem feito com que ele se torne a moeda de financiamento preferida para as populares operações de “carry trade”, fomentando fortes fluxos para moedas de mercados emergentes com maior rendimento. Os carry trades financiados pelo dólar na rupia indonésia, na rupia indiana, no real, na lira turca, entre outras moedas, estão de volta à moda, disseram gestores de fundos. Em uma típica operação de carry trade, investidores usam moedas baratas para empréstimo a fim de financiar investimentos naquelas com melhores rendimentos. Os retornos são maiores se a moeda emprestada enfraquecer. O dólar, tradicionalmente menos favorecido do que o iene JPY= ou o franco suíço CHF= para essas operações, tem se tornado a moeda de financiamento preferida, uma vez que a guerra comercial de Trump provoca preocupações com a recessão e a retirada dos investidores dos Treasuries. Carl Vermassen, gerente de portfólio da Vontobel, uma gestora de ativos sediada em Zurique, adicionou operações de carry trade na rupia indonésia e na rupia indiana.
China rejeita acusação de Trump de que violou o acordo comercial de Genebra
“O governo dos EUA provocou unilateral e repetidamente novos atritos econômicos e comerciais”, disse o ministério em um comunicado o Ministério do Comércio chinês.
Vale (VALE3) antecipa publicação de relatório financeiro com estratégias de descarbonização
A Vale publicará nesta segunda-feira seu primeiro relatório de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, antecipando-se a regras que tornarão a divulgação anual do documento obrigatória a partir de 2027, disse o vice-presidente Executivo de Finanças e Relações com Investidores, Marcelo Bacci, à Reuters. Com o movimento, a Vale afirma que será a primeira mineradora global e a primeira empresa brasileira a elaborar tal documento conforme as normas do International Sustainability Standards Board (ISSB). O relatório apresenta a estratégia da companhia para o enfrentamento das mudanças climáticas e detalha riscos e oportunidades relacionados ao tema. O executivo adiantou à Reuters que o documento reportará investimentos de R$7,4 bilhões em iniciativas de descarbonização desde 2020 até o ano passado, sendo R$1,38 bilhão em 2024. Além disso, trará previsões para os próximos anos, segundo Bacci, que evitou entrar em detalhes. Para o executivo, o fato de a Vale publicar antes mostra avanço sobre a transparência da companhia no tema, embora a empresa já esteja destacando tais números há alguns anos em suas divulgações.
Diretor do Fed diz que ainda está aberto a cortar a taxa de juros este ano
O diretor do Federal Reserve Christopher Waller disse nesta segunda-feira que cortes na taxa de juros continuam possíveis ainda neste ano, mesmo com a possibilidade de as tarifas do governo Trump aumentarem temporariamente as pressões dos preços. Considerando que um aumento nas pressões inflacionárias vinculadas aos aumentos dos impostos de importação do presidente Donald Trump não deve ser persistente, “apoio a análise de quaisquer efeitos tarifários sobre a inflação no curto prazo ao definir a taxa de juros”, disse Waller em uma reunião em Seul, Coreia do Sul. Se as tarifas se estabelecerem no limite inferior da faixa de possibilidades e “a inflação subjacente continuar a progredir em direção à nossa meta de 2%” com um mercado de trabalho ainda “sólido”, “eu apoiaria a ‘boa notícia’ de cortes na taxas de juros ainda este ano”, disse Waller. Ele acrescentou: “Felizmente, o mercado de trabalho forte e o progresso da inflação até abril me dão mais tempo para ver como as negociações comerciais se desenrolam e a economia evolui” antes de precisar decidir o que o banco central deve fazer com os juros.
Barris de petróleo sobem até 4%
Os preços do petróleo sobem forte após a OPEP+ anunciar que ampliará a produção em julho no mesmo ritmo dos dois meses anteriores, em linha com as expectativas do mercado.
Petróleo WTI, +4,26%, a US$ 63,38 o barrilPetróleo Brent, +3,79%, a US$ 65,16 o barril
Mercados da Europa operam na maioria em baixa
As principais bolsas de valores da Europa registraram perdas nesta segunda-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que dobrará as tarifas sobre o aço importado. Enquanto isso, a Ucrânia realizou uma série de ataques em toda a Rússia, utilizando drones escondidos em caminhões no interior do país para atingir aeroportos estratégicos.
STOXX 600: -0,34%DAX (Alemanha): -0,46%FTSE 100 (Reino Unido): +0,02%CAC 40 (França): -0,63%FTSE MIB (Itália): -0,06%
Bolsas da Ásia fecham dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda, depois que o presidente Donald Trump disse aos metalúrgicos dos EUA que dobrará as tarifas sobre as importações de aço para 50%, a partir de quarta-feira. Os mercados da China, Malásia e Nova Zelândia estão fechados devido aos feriados.
EUA: índices futuros recuam juntos
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta segunda-feira (2), pressionados pela intensificação das tensões comerciais globais e pela crescente incerteza geopolítica, fatores que têm reduzido o apetite dos investidores por ativos de risco. A China rejeitou as acusações americanas de violação do acordo comercial de Genebra e, por sua vez, culpou os EUA por não cumprirem os termos estabelecidos — um sinal claro de deterioração nas negociações entre as duas maiores economias do mundo. Em meio ao aumento da retórica protecionista, o presidente Donald Trump afirmou que pretende dobrar as tarifas sobre as importações de aço e alumínio.
Dow Jones Futuro: -0,40%S&P 500 Futuro: -0,47%Nasdaq Futuro: -0,62%
Confiança Empresarial volta a subir em maio
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do FGV IBRE voltou a subir em maio após duas quedas consecutivas, ao avançar 0,4 ponto, e atingir 94,8 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice segue em tendência declinante, ao recuar 0,1 ponto no mês.
Abertura de mercados
As tensões comerciais entre Estados Unidos e China mantêm os investidores cautelosos nesta segunda-feira, enquanto esperavam declarações do chair do Federal Reserve, com o presidente do Banco Central e o rebaixamento da perspectiva do Brasil pela Moody’s no radar nacional. As ações de siderúrgicas asiáticas e europeias, que exportam metal para os EUA, recuavam nesta sessão em reação à ameaça do presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira de dobrar as tarifas sobre o aço e o alumínio importados para 50% a partir de 4 de junho. O foco ainda estará sobre o chair do Fed, Jerome Powell, que fará o discurso de abertura em conferência às 14h (horário de Brasília). Nesta segunda, o diretor do Fed Christopher Waller afirmou que cortes na taxa de juros seguem possíveis neste ano mesmo com a perspectiva de que as tarifas de Trump elevem as pressões de preços temporariamente. Na cena nacional, investidores podem reagir à decisão da agência de classificação de risco Moody’s Ratings de rebaixar na sexta-feira a perspectiva da nota do Brasil de positiva para estável, citando uma redução na probabilidade de melhora no perfil de crédito do país. Após a decisão, o Ministério da Fazenda disse que o governo reafirma seu compromisso com uma melhoria contínua dos resultados fiscais e com o aprofundamento do processo de reformas estruturais. No fim do dia, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, participa de debate sobre “Conjuntura Econômica Brasileira”, promovido pelo Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), às 18h30. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram a sexta de forma mista, mas semana e mês fecharam positivos
Investidores em Wall Street poderiam se animar neste último pregão de maio com o índice de consume pessoal, o famoso PCE, medida de inflação preferida do Federal Reserve para fins de política monetária, que em abril veio mais comportado e abaixo do esperado. Mas no meio do caminho tinha Donald Trump, presidente dos EUA, que mexeu novamente com o ânimo. Ele disse que a China violou seu acordo comercial preliminar, reacendendo os temores de que os EUA possam entrar em uma guerra comercial prolongada. O vai-e-vem das tarifas no âmbito judicial também segue ampliando a incerteza sobre os fundamentos econômicos e complicando os movimentos dos investidores.
DIs: juros futuros fecharam sessão de sexta com altas por toda a curva
Dólar comercial terminou a sexta com alta de 0,91%
A gangorra continuou e o dólar volta a subir diante do real, após a baixa de quinta (29). O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,09%, aos 99,37 pontos. Semana fechou com alta de 1,30%, enquanto maio terminou com mais 0,78%.
Venda: R$ 5,718Compra: R$ 5,717Mínima: R$ 5,660Máxima: R$ 5,740
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
Maiores altas
Mais negociadas
Ibovespa fechou sexta-feira (30) com baixa de 1,09%, aos 137.026,62 pontos
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (26): +0,23%Terça-feira (27): +1,02%Quarta-feira (28): -0,43%Quinta-feira (29): -0,25%Sexta-feira (30): -1,09%Semana: -0,58%Maio: +1,45%2T25: +5,20%2025: +13,92%
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