Ibovespa hoje
Balanços corporativos dominam atenções em dia de dados de dívida e Caged.Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
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Câmara dos Deputados dos EUA avança com plano de corte de impostos de Trump
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, controlada pelos republicanos, avançou na terça-feira com a agenda de corte de impostos e segurança na fronteira do presidente Donald Trump, dando um grande impulso às suas prioridades para 2025. A votação da aprovação foi de 217 a 215, com o deputado Thomas Massie sendo o único republicano a votar em oposição. Nenhum democrata apoiou a medida polêmica, e um deles não votou. A medida é um passo preliminar para estender os cortes de impostos de 2017 de Trump ainda este ano. A votação de terça-feira enviou a peça orçamentária para o Senado, onde se espera que os republicanos a aprovem. “Temos muito trabalho duro pela frente, mas vamos cumprir a agenda American First”, disse o presidente da Câmara, Mike Johnson, a repórteres após a votação. “Vamos comemorar esta noite e arregaçaremos as mangas e voltaremos a trabalhar pela manhã.” A votação final ocorreu depois que Johnson e o segundo republicano da Câmara, Steve Scalise, passaram horas convencendo os resistentes a apoiar a medida.
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Votação da LOA é adiada
A votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 foi adiada para 17 de março, segundo o relator, senador Angelo Coronel (PSD). A nova data posterga em uma semana a previsão inicial de 11 de março, devido à necessidade de debates entre líderes partidários. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou a demora e cogitou acionar o Tribunal de Contas da União (TCU), o que gerou reações no Congresso. O adiamento foi atribuído à prioridade dada ao pacote de corte de gastos do governo e à disputa entre Executivo e Legislativo sobre emendas parlamentares.
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WEG (WEGE3) tem lucro de R$ 1,7 bi no 4º tri
A WEG (WEGE3) anunciou nesta quarta-feira lucro líquido de R$1,69 bilhão, queda de 2,9% sobre o desempenho de um ano antes, apesar de um avanço de quase 30% na receita do período, segundo balanço divulgado pela fabricante de motores elétricos e equipamentos de automação e geração de energia. A companhia apurou um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$2,39 bilhões para o período de outubro ao final de dezembro, expansão de 30,5%. Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$1,6 bilhão com Ebitda de R$2,38 bilhões para a Weg no período, de acordo com dados da Lseg. A empresa teve uma receita líquida de R$10,82 bilhões no quarto trimestre, crescimento de 26,4% na comparação anual e ante expectativa média do mercado de faturamento de R$10,58 bilhões, segundo a Lseg.
Agenda do dia tem Caged e vários balanços
O mercado de trabalho brasileiro terá novos dados nesta quarta-feira (26) com a divulgação do Caged de janeiro, prevista para as 14h30. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, antecipou que o saldo de empregos formais ultrapassará 100 mil postos no mês. Durante um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marinho afirmou que a geração de empregos deve continuar ao longo do ano, impulsionada pelos investimentos no país. O indicador é acompanhado de perto para avaliar a dinâmica do mercado de trabalho e seus efeitos na economia. Depois do fechamento dos mercados, a Petrobras, Braskem, C&A, Cosan, CPFL Energia, Kepler Weber, Marfrig, Qualicorp e Ultrapar divulgam seus resultados trimestrais. Nos Estados Unidos, dois dados importantes serão divulgados ao meio-dia. O relatório de novas moradias trará informações sobre o setor imobiliário, fornecendo um panorama sobre a demanda e a atividade na construção civil. No mesmo horário, os estoques de petróleo serão anunciados, oferecendo sinais sobre o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado de energia. Ambos os indicadores são acompanhados por investidores e analistas para medir tendências econômicas e potenciais ajustes nas políticas monetárias.
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Os analistas ouvidos pela Reuters esperavam que a confiança aumentasse ligeiramente, para -21,4 pontos.
Barris de petróleo têm leves perdas e minério de ferro cai
Os preços do petróleo começaram o dia em alta, mas viraram para leves quedas. As cotações do minério de ferro na China caíram pela terceira sessão consecutiva nesta quarta, pressionados pelas perspectivas sombrias para as exportações de aço chinesas e pelas tensões comerciais intensificadas entre os EUA e a China, maior consumidora. O minério de ferro de referência para março na Bolsa de Cingapura caiu 0,22%, para US$ 105,8 a tonelada.
Ambev (ABEV3) tem lucro líquido de R$ 5,024 bilhões no 4º tri, alta de 11% em um ano
A companhia destaca que o lucro ajustado teve alta anual de 7,5% no trimestre, a R$ 5,018 bilhões.
Europa: bolsas sobem até 1% em meio a balanços
Os mercados europeus operam em alta, com os investidores acompanhando a divulgação de resultados divulgados por empresas como Adecco Group, AB InBev, E.On, Danone, Munich Re, Uniper, Stellantis, Wolters Kluwer, Aston Martin Lagonda, Covestro e Deutsche Telekom. A fabricante da Budweiser, AB InBev, liderou os ganhos no Stoxx 600 nas primeiras negociações, com suas ações subindo mais de 7% após a empresa reportar vendas acima das expectativas no quarto trimestre. Na geopolítica, a Ucrânia chegou a um acordo com os EUA para desenvolver conjuntamente seus recursos naturais, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. O movimento pode ajudar a reduzir as recentes tensões com Trump e fortalecer a meta de seu governo de alcançar um cessar-fogo com a Rússia. A França espera que os EUA apoiem as tropas europeias na manutenção da paz assim que um cessar-fogo for firmado entre Ucrânia e Rússia.
Ações de China e Hong Kong saltam com retomada da alta da tecnologia por novo impulso da IA
As ações da China e de Hong Kong se recuperaram nesta quarta-feira, com a retomada da alta da tecnologia devido ao novo impulso de IA do país e com o avanço do setor financeiro diante do plano de fusão da CICC e da Galaxy Securities. No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 1,02%, chegando perto da máxima desde dezembro de 2024, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,87%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 3,27%, interrompendo dois dias de perdas. O Alibaba subiu 4,8%, recuperando as perdas de terça-feira, depois de anunciar planos para disponibilizar publicamente o modelo de IA para geração de vídeo e imagem. “A narrativa de reavaliação da tecnologia da China ainda está presente devido ao otimismo em relação à IA, e o impulso deve ter um pouco mais de espaço após consolidação”, disse Kenny Ng, estrategista da Everbright Securities International.
Shanghai SE (China), +1,02%Nikkei (Japão): -0,25%Hang Seng Index (Hong Kong): +3,27%Kospi (Coreia do Sul): +0,41%ASX 200 (Austrália): -0,14%
EUA: índices futuros avançam após dias seguidos de perdas
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (26), após o S&P 500 registrar seu quarto dia consecutivo de perdas. O mercado também aguarda com expectativa o balanço da Nvidia, considerada a queridinha de inteligência artificial (IA). Os investidores têm reavaliado as gigantes da tecnologia dos EUA desde que a startup chinesa DeepSeek abalou o setor com uma tecnologia de IA aparentemente mais acessível, mas tão avançada quanto a das líderes de mercado. Já a guerra tecnológica dos EUA com a China deve se intensificar com o governo do presidente Donald Trump planejando restrições mais rígidas às exportações de semicondutores para a China. Trump já assinou um memorando restringindo o investimento chinês nos EUA em áreas estratégicas.
Dow Jones Futuro: +0,27%S&P 500 Futuro: +0,51%Nasdaq Futuro: +0,81%
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE fica estável em fevereiro
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE se manteve relativamente estável ao recuar 0,1 ponto em fevereiro, para 98,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,3 ponto, para 98,8 pontos.
Abertura de mercados
Uma série de balanços corporativos nacionais são esperados nesta quarta-feira, incluindo da Petrobras (PETR4), bem como dados de dívida e de criação de vagas de trabalho. Antes da abertura do mercado, divulgam seus resultados trimestrais Ambev (ABEV3), Klabin (KLBN11) e WEG (WEGE3). Após o fechamento será a vez de Petrobras, BRF (BRFS3), Marfrig (MRFG3), Cosan (CSAN3), CPFL (CPFE3) e Ultrapar (UGPA3). Investidores devem ficar atentos ainda à possibilidade de novas trocas em ministérios do governo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que deixará a Secretaria de Relações Institucionais.Lula participa às 11h30 da abertura da primeira reunião de sherpas da presidência brasileira do Brics. Na pauta macroeconômica, o Ministério do Trabalho e Emprego divulga dados do Caged de janeiro às 10h30, enquanto o Tesouro apresenta às 14h30 os dados da dívida pública também de janeiro. No exterior, as ações globais subiam depois que a Câmara dos Deputados avançou com os planos de cortes de impostos do presidente Donald Trump, o que também dava sustentação ao dólar e ajuda os rendimentos dos Treasuries a recuperar parte do terreno perdido. Controlada pelos republicanos, a Câmara aprovou de maneira estreita na terça-feira o plano de cortes de US$4,5 trilhões de Trump, enviando a peça orçamentária ao Senado. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem de forma mista
Investidores em Wall Street seguem preocupados com a questão das tarifas, após Donald Trump, presidente dos EUA, ter reavivado ontem a ideia de tarifar México e Canadá, os dois maiores parceiros comerciais do país. Há ainda um recente declínio das ações de tecnologia, especialmente de Inteligência Artificial, antes do balanço de Nvidia, que sai amanhã. “Os investidores no mercado de forma mais ampla, eles quase querem acreditar que o comércio de IA acabou. Eles estão procurando evidências e razões para duvidar”, disse à CNBC Doug Clinton, sócio-gerente da Deepwater Asset Management. “Da nossa perspectiva, o comércio de IA ainda é real. Não acho que esse boom acabou. Ainda acho que temos de dois a quatro anos pela frente”.
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com quedas por toda a curva
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,01%
O dólar voltou a cair diante do real, em dia de oscilações. O movimento foi na mesmo direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficou em baixa de 0,28%, aos 106,30 pontos.
Venda: R$ 5,755Compra: R$ 5,754Mínima: R$ 5,744Máxima: R$ 5,813
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,46%, aos 125.979,50 pontos
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (24): -1,36%Terça-feira (25): +0,46%Semana: -0,90%Fevereiro: -0,12%1T25: +4,74%2025: +4,74%
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