O Bitcoin (BTC) avançou 5,50% e era negociado a US$ 28.831 por volta das 7h40 desta quarta-feira (26). As principais altcoins seguiram o ritmo da maior cripto do mercado, com o Ethereum (ETH) subindo 4,30%, para US$ 1.896, a Solana (SOL) 6,66%, para US$ 22,30, e a Polygon (MATIC) 5,23%, para US$ 1,01.
Paul Hickey, do Bespoke Investment Group, disse em nota na terça-feira (19) que o Bitcoin está sendo negociada em torno de sua média móvel de 50 dias. Um nível importante a ser observado, falou, é de US$ 27.500. Se a moeda se mantiver acima desse valor, como é o caso de hoje, os preços não tendem a cair.
No ano, o BTC saltou 74%, embora o rali tenha parado desde que o ativo ultrapassou US$ 30.000, no início deste mês, pela primeira vez desde junho.
Apesar de os preços terem subido neste ano, o Bitcoin ainda está sendo negociado a menos da metade do recorde de quase US$ 69.000 alcançado em novembro de 2021. Uma série de escândalos da indústria e falências no ano passado diminuiu o apelo dos ativos digitais para muitos investidores.
“Vimos uma diminuição no volume, na profundidade do mercado e na liquidez, traduzindo-se em maior volatilidade”, disse Ambre Soubiran, diretor executivo do provedor de dados cripto Kaiko, durante entrevista à Bloomberg TV. “Por enquanto, isso é uma indicação de que, embora haja um sentimento positivo em relação ao preço desses ativos, o mercado não voltou ao valor pré-crise de 2022 em termos de volume e profundidade do mercado”.
Múltiplas narrativas ajudaram a alimentar o aumento do Bitcoin, incluindo que o ativo atua como um hedge de inflação e que pode ser usado para contornar as vulnerabilidades encontradas nos sistemas bancários tradicionais. Para Hickey da Bespoke, as mudanças na força relativa do Bitcoin tendem a coincidir com as mudanças no S&P 500, em vez de liderar os movimentos no mercado de ações.
“Comparar o desempenho do S&P 500 com a força relativa do Bitcoin versus o S&P 500 mostra um vínculo vago, mas pouco convincente, entre as duas séries”, escreveu ele na nota. “Embora o Bitcoin e o espaço cripto tenham pouco a ver com o mercado de ações, alguns traders monitoram o espaço acreditando que fornecem um bom barômetro do apetite geral ao risco.”
A proporção entre Bitcoin e S&P 500 atingiu o pico cerca de dois meses antes do pico do S&P 500 no final de 2021 até o início de 2022. Mas quando o medidor de referência atingiu seu pior momento de outubro, Hickey apontou que demorou mais dois meses antes da força relativa do Bitcoin começar a ganhar força.
Confira o desempenho das principais criptomoedas às 7h40:
As criptomoedas com as maiores altas nas últimas 24 horas:
As criptomoedas com as maiores baixas nas últimas 24 horas:
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(Com informações da Bloomberg)
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